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Mensagem Caio Yugo Akinaga

Olá , sou Caio Yugo Akinaga, tenho 17 anos.
Moro em São Paulo, Brasil.
Nesse ano,2015, tive a grande oportunidade de ir ao Japão. Com a ajuda do senhor Kato pude não somente visitar mas também "viver" o Japão. Durante a minha estadia permaneci em 3 famílias diferentes japonesas em um esquema muito similar ao intercâmbio( mais ou menos 1 semana em cada casa). Fio sensacional, ver o dia a dia das pessoas, seus hábitos e costumes. Para mim, isso foi muito divertido e aprendi muito, ainda, senhor Kato mantinha contato comigo para qualquer eventualidade, muito gentil de sua parte. Outra coisa que me impressionou foi a hippo family club. Todos os membros das famílias que eu fiquei faziam parte dessa organização. Ela tem como objetivo a conectar os japoneses com o mundo. Disso, atividades e encontros são constantes. Participei deles, foram muito divertidos. Essa experiência só foi capaz com a ajuda do Kato, gostaria muito de agradecê - lo do fundo do coração, muito obrigado.

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 Os Imigrantes Americanos no Brasil  (Autor Jiro Okai)

         Apresentamos aqui o autor, o Sr. Jiro Okai

                   O senhor Okai, com 8 anos de idade, 2º ano do curso primário,chegou ao porto de Santos, pelo navio “Rio de Janeiro Maru”, no dia 03/10/1933.

                     Ingressou na Fazenda Tietê, trabalhava na lavoura e fabricava farinha de mandioca e no fim abriu um escritório de agrimensura. Atualmente está vivendo ociosamente, fazendo certas traduções. [ Revista Nooson; por Hisashi Nagata.]


                                                             Perfil do Autor: Jiro  Okai

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Em 1933, como 2º filho dentre 4 irmãos de uma família de 6 pessoas, ingressou-se  na Fazenda Tietê (hoje Pereira Barreto) localizado a 600km de São Paulo.

                      Nasceu na Província de Osaka, na proximidade de Yoshino. O pai de Jiro, como sendo de pessoa urbana, não possuía nenhuma experiência sobre a lavoura.

                     Como não era para serem colonos das fazendas de café, a família ingressou diretamente para um lote que já tinha adquirido no Japão através da Companhia de Emigração. Era uma selva milenar que só foi possível desbravar com colaboração dos camaradas brasileiros sob a forma de empreitada.

                     No entanto, com o falecimento do irmão mais velho pela maldosa malária, adquirida pelo fato da residência estar localizada numa altitude muito baixa, Jiro teve que trabalhar na lavoura desde pequeno até atingir 20 anos de idade, sempre puxando enxada na cultura de algodão.

                       Nessa época, logo após a morte da sua mãe, mudou atividade para uma leiteria, adquirida pelo vizinho para distribuir leites nas ruas da cidade. Depois de 5 anos montou uma fábrica de farinha de mandioca, alimento indispensável na vida dos brasileiros, através do financiamento pelo Banco do Brasil da época.

                    Em 1965, pensando sobre a educação escolar dos 4 filhos e resolveu mudar-se para São Paulo com a profissão de agrimensor. O problema era para tirar o título oficial de CREA para o funcionamento da profissão. Para obter isso, tinha que concluir pelo menos o curso técnico colegial. Jiro já tinha 43 anos de idade e com 4 filhos e ele com coragem, depois de concluir o curso de madureza ginasial em 6 meses, conseguiu matricular-se no colégio Técnico de Estradas, freqüentando as aulas junto com seu próprio primogênito de 16 anos da idade.  

                     Depois de abrir o escritório de topografia, trabalhou durante dezenas de anos em São Paulo, mas ao sofrer um acidente com um brusco tombo que acabou prejudicando parte de sua medula, acabou deixando-o com certas limitações físicas.

                     Com isso, foi obrigado a se aposentar e atualmente passa a vida fazendo algumas traduções.    (Escrito por Tomita).

 
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