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Mensagem Caio Yugo Akinaga

Olá , sou Caio Yugo Akinaga, tenho 17 anos.
Moro em São Paulo, Brasil.
Nesse ano,2015, tive a grande oportunidade de ir ao Japão. Com a ajuda do senhor Kato pude não somente visitar mas também "viver" o Japão. Durante a minha estadia permaneci em 3 famílias diferentes japonesas em um esquema muito similar ao intercâmbio( mais ou menos 1 semana em cada casa). Fio sensacional, ver o dia a dia das pessoas, seus hábitos e costumes. Para mim, isso foi muito divertido e aprendi muito, ainda, senhor Kato mantinha contato comigo para qualquer eventualidade, muito gentil de sua parte. Outra coisa que me impressionou foi a hippo family club. Todos os membros das famílias que eu fiquei faziam parte dessa organização. Ela tem como objetivo a conectar os japoneses com o mundo. Disso, atividades e encontros são constantes. Participei deles, foram muito divertidos. Essa experiência só foi capaz com a ajuda do Kato, gostaria muito de agradecê - lo do fundo do coração, muito obrigado.

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Desenho da Buntatin

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JANELA DA ARTE CALIGRAFICA
JAPONESA

Museu Para Acalmar

 alt

Leilão Japan.PC

Aos Senhores Brasileiros que Trabalham no Japão


          Recentemente, através do artigo escrito pelo senhor YOSHINORI 
KATO soube que no atual  Japão existe uma Campanha de Auxílio aos Trabalhadores  Brasileiros no Japão e fiquei com certa satisfação e resolvi dar umas palavras aos senhores.
          Não sou tal chamado “nissei”, mas como veio do Japão com 8 anos de idade, perfazendo quase uns 80 anos de existência aqui no Brasil, posso entender bem os sentimentos dos senhores que trabalham no Japão. Na verdade, há uns 20 anos, fui trabalhar no Japão como “dekassegui” durante 8 meses com 65 anos de idade  no serviço de “guard-men”(vigia nas ruas). O motivo da minha ida ao Japão era para esclarecer a minha dúvida sobre  demasiada expansão econômica do Japão daquela época. Pois, para mim era um grande mistério de que o Japão tornou a um dos maiores países econômicos do mundo, apenas após 30 e tantos anos da guerra. Para mim, a única solução era para examinar sobre o assunto, indo propriamente  para o Japão.  Portanto, posso falar aqui sobre essa experiência que fiz naquela ocasião no Japão. Eu, aparentemente era um  japonês, pois falava normalmente a língua japonesa, mas para os japoneses natos de lá, percebiam algumas coisas diferentes de mim e depois de eles reconheceram a minha posição de “dekasseguí”, eu começava a sentir certa diferença no trato deles. Normalmente eles tratavam bem os estrangeiros, especialmente para os ocidentais até com as maneiras rebaixadas, no entanto, para os brasileiros de fisionomia japonesa, sendo “dekassegui”, tratam com certos preconceitos. Mas este caso de respeitar ou desprezar para com as pessoas não era pela fisionomia das pessoas, mas sim, talvez por causa  do hábito tradicional dos japoneses que possuem em estimar pela  posição social das pessoas, tal   como  respeitar demais para aquelas  superiores e desprezar os  inferiores um pouco demais. O fato  de dar certo preconceito para os brasileiros trabalhadores no Japão, nunca seria de motivo pessoal e sim por ser o “dekassegui” situar numa posição social relativamente baixa na sociedade do Japão. Portanto, senhores brasileiros, nunca desanimem, vivam com coragem e firmeza e trabalhem com certa folga, pois, diferente daqui do Brasil, o Japão é um país rígido, disciplinado demais que não dá sossego para gente, mas respeitem pela  tradição deles, pois são honestos, trabalhadores, confiáveis e dão valor na desculpa para qual quer falta da gente. Portanto, se descobrisse atos errôneos, desculpem logo honestamente que eles consideram essas.
            No entanto, o Japão ainda é um país do 1º mundo. Há muitas coisas que vale a pena aprender, tanto materialmente como mentalmente. Portanto, senhores trabalhadores brasileiros, se descobrissem algumas coisas que acham boas ou positivas, aprendem logo e tragam essas para o Brasil, quando os senhores resolvessem retornar a sua saudosa terra  natal.                                Bons serviços:                     Por  Jiro Okai 


 【 Perfil de Jiro Okai 】         

 alt           Nasceu no dia 04 de novembro de 1925 num local próximo do Monte Yoshino, afamado por ter lindas flores de  cerejeiras. Mas o registro de nascimento está na província de Oosaka. Com 8 anos de idade, mudou-se para o Brasil junto com a sua família, obedecendo a forte vontade do pai dele que queria morar num novo mundo,  não gostando mais morar no Japão sob regime autoritário do exercito da época. Sendo  para a imigração livre, diferente de aquelas famílias contratadas que vão trabalhar nas fazendas de café, a família de Jiro ingressou diretamente na Fazenda Tieté (atual Pereira Barreto), retirada uns 700km de São Paulo, comprando uma gleba de terra que já estava adquirido  no Japão. Na Fazenda cultivava o algodão, mas para o pai de Jiro criado na cidade, a vida agrícola no sertão brasileiro era incompatível que a família ia   entrando logo na vida carente e pobre  que isso, fez trabalhar na roça até o pequeno Jiro de 10 anos de idade. Só  com 15 anos de idade, podia terminar o curso primário da língua portuguesa numa escola noturna. Quanto a língua japonesa, primeiramente aprendeu com o pai dele e ao crescer estudou com o livro didático do curso ginasial de Waseda do Japão.   Ao terminar a guerra, quando faleceu a mãe, largou a roça e comprou uma leiteria  do vizinho para vender leite nas ruas da cidade de Pereira Barreto. Com 25 anos de idade, após casar com atual esposa, iniciou fabricar a farinha de mandioca, um dos principais alimentos na vida brasileira. O custo da instalação e maquinários foi financiado pelo banco do Brasil, resgatando em 5 anos. Depois de 17 anos, com a depressão demasiada de preços de produtos e também pelos outros motivos resolveu fechar a fabrica, mas, pensando sobre as despesas de estudo dos 4 filhos, resolveu mudar sua profissão para o ramo de agrimensura, incentivado pelo cunhado de Jiro que era um técnico agrônomo. Jiro aprendeu a topografia  como ajudante do serviço do seu cunhado  durante 2 anos. No entanto, problema era para tirar a licença do C.R.E.A (Conselho Regional de Engenharia) que  permitia só para  os concluídos do curso técnico colegial. Jiro ficou em apuro, mas com a coragem de vida ou morte, resolveu enfrentar contra este problema. Terminou a etapa secundária em apenas 5 meses pelo curso especial de madureza e ingressou no Colégio Técnico de Estradas, aberta na cidade de Araçatuba. Jiro, depois de mudar para esta cidade junto com  sua família, começou estudar junto com seu primogênito na mesma sala desta escola. Depois de 3 anos, ao terminar este curso,  mudou para São Paulo a fim de abrir um escritório de topografia e começava trabalhar nos serviços de loteamento sob empreita. Depois de 20 anos mais ou menos, Jiro, ao sentir certa folga de ter terminado o seu cumprimento de criar seus 4 filhos, resolveu solucionar a dúvida individual  que ele abraçava na época. Era a questão sobre  ultra rápido  desenvolvimento  econômico do Japão. Para Jiro, era um mistério que o Japão ter alcançado como um dos maiores países econômicos do mundo em apenas  uns 30 anos depois da guerra, enquanto o Brasil estava sofrendo sob a infração  de mais de 100% anual. Jiro resolveu ir ao Japão a fim de esclarecer o fato, pesquisando pessoalmente. Após a estada de 8 meses no Japão, Jiro convenceu sobre a razão do desenvolvimento do Japão. Não era nada  do caso de incomum. Simplesmente era o fruto de esforços conjuntos de todos do povo japonês. Pois os japoneses possuem tantos bons caráteres de honesto, trabalhador, responsável, entusiasmo, estudioso  que todos desses fatores positivos proporcionavam diretamente para o campo da produção nacional que no fim, isso influiu grandemente  para o desenvolvimento econômico do Japão. Jiro, depois de voltar do Japão também prosseguia o serviço de topografia, mas num dia, com o forte tombamento de costas feito propriamente,   ficou no estado de meia deficiência física, mesmo depois da cirurgia de medula e a internação hospitalar de 40 dias. Atualmente, para não ficar á toa  e com a intenção de servir alguma coisa para os outros, está fazendo  traduções, voluntariamente. (   03/07/2012      Jiro   Okai)

 


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